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Somos eternas crianças, os brinquedos é que mudam com o tempo.

Esta frase cai como uma luva para muitos. Mas, neste caso, o brinquedo continua o mesmo. Há quase um ano foram lançados os Gogo’s Crazy Bones, criaturinhas coloridas e divertidas, com mais ou menos 5 cm cada. Com design inspirado na Toy Art e nos Mangás, não demorou muito para que os pequenos bichinhos caíssem no gosto das crianças e, é claro, dos adultos também! Hoje, alguns personagens chegam a ser procurados incessantemente, como ítens de colecionador!

A mania começou nos anos 90, quando a rede de fast food Mc Donald’s distribuiu os Gogo’s como brinde em todo território americano. Logo depois as criaturinhas aterrisaram na Europa, chegando ao Brasil só em 97. Desde seu lançamento foram vendidas, só em território europeu, mais de 30 milhões de unidades.

Tanto para a criançada, quanto para os colecionadores, só resta esperar para ver o que virá no próximo lançamento!

Curiosidade: os Gogo’s foram inspirados em um jogo, criado na Grécia Antiga há mais de 2000 anos, conhecido como Astragals ou Taba.

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Estou passando por um processo de reciclagem.

Joguei fora as mágoas antigas, revi meus princípios e objetivos de vida. Valorizei o que realmente era merecido e me coloquei no devido lugar.Além disso, arrumei os armários de casa (dizem que bagunça dá atraso de vida), arranjei em um novo emprego e comecei uma desintoxicação alimentar!

Após atingir o ápice do sobrepeso, decidi, com o incentivo e apoio de uma querida  ex tia/sempre amiga Mafê Bastos, dar o pontapé inicial nessa empreitada alimentar. Juntas, geramos o #prontoperdi: um espaço para dividir vitórias, angústias, dicas, neuras e tudo mais que vier na telha de quem está passando por um processo de perda de peso.

Não é fácil. O estômago e o cérebro estão intimamente ligados, fazendo o processo se tornar ainda mais enlouquecedor. Como pode um chocolate ter o poder de apaziguar feras e transformar mal humor em felicidade? Entre essas e outras barreiras, traçamos nossos objetivos e estamos prontas para alcançá-lo!

Apareçam por lá!

#prontoincentivei

Não é gostoso quando você ganha alguma coisa do nada?

Lembro-me de um período no qual uma famosa rede de restaurantes fazia ações promocionais com as sobremesas do cardápio. Funcionava assim: você pedia, por exemplo, um frozen yogurt. Se, no meio dele, você encontrasse uma asinha (símbolo da rede) levava na hora diversos brindes, de camisetas até um jantar grátis.

Lá em 2004, durante um almoço com amigas, decidi pedir uma sobremesa. Dentro dela, para minha sorte, veio uma asinha premiada (que quase comi, pois era uma espécie de bolacha). Entreguei ao garçom a bolacha meio molenga e babada e em troca recebi um cartão de papel, que dava direito a um jantar de graça para mim e um acompanhante (era o que estava escrito em letras grandes, bem no meio do cartão).

Não demorei 4 dias para retornar ao estabelecimento e curtir meu prêmio. Tivemos que ir durante a semana, pois o garçom havia me alertado que a promoção era válida apenas de segunda à quinta-feira. Cheguei ao local, acompanhada do meu marido (namorado, na época), apresentei o cartão ao garçom, que foi logo me alertando:

Esse cartão é válido somente para o prato e sobremesa. Não estão inclusos bebidas, couvert e os 10%

Fiquei fula da vida. Perguntei então o porquê de estar escrito: “vale 1 jantar” no cartão e não “vale 1 prato e sobremesa”. Ele virou o cartão e me mostrou, em letras minúsculas, o que havia acabado de dizer.

Naquele dia fui devidamente apresentada as famosas ressalvas da promoção.

Nestas férias de julho fui com meu marido e amigos na inauguração do The Fifties do Shopping Pátio Paulista. Estavam anunciando que os 1000 primeiros clientes do dia ganhariam de brinde um retorno de graça ao restaurante. O infame jantar de 2004 me veio a cabeça e pensei: “isso é mais do mesmo.”

Na saída do restaurante recebemos uma caixinha azul. Dentro dela vinha um chaveirinho e um cartão com uma mensagem bacana, como vocês verão abaixo:

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Emocionada, mas desconfiada de tanta esmola dada pelo santo, procurei por asteriscos no cartão, com a famosa “ressalva da promoção” (válido de tal dia a tal dia, apenas no horário x, prato y, blábláblá) assegurando então de que se tratava de outra promoembromation:

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Como podem ver, nada de ressalva, nem de asterisco.

Neste fim de semana voltei ao estabelecimento com a família, meio incrédula, para usar o cartão. Mostrei o giftcard e perguntei o que estava incluso (talvez valesse um trio hambúrguer, batata e coca). Ele deu um sorriso e respondeu:

Tudo, senhora. Hoje é por nossa conta!

Tudo. Tudo MESMO: milkshake, batatas fritas, saladas, onion rings, sanduíches e sobremesas à vontade!! Saímos de lá praticamente rolando, sem gastar um real e muito satisfeitos, tanto com a comida quanto com o atendimento que nos foi prestado.

Obrigada, The Fifties. Não pela quantidade de comida saborosa que ingeri, mas por terem cumprido a risca o que prometeram. Foram transparentes. Criaram uma expectativa e tangibilizaram na entrega.

Se a intenção era fidelizar, conseguiram. Valeu cada quilo engordado!

PS: Sem contar no capricho das lembrancinhas entregues no dia da inauguração. Vejam detalhes:

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Da série promoções que não te enganam:

Promoprêmio – LG Top Mount

Em maio deste ano fiz uma viagem bacana, que há tempos desejava fazer. Peguei meu filho, meu marido e fomos passar 4 dias no Beach Park, em Fortaleza. Qualquer pessoa que conheço ficaria ansiosa para o dia da viagem chegar o mais rápido possível. Porém, como meu modo “pessoa normal” veio com defeito, eu rezo para que os dias passem o mais lentamente possível.

A razão disso tudo? O maldito avião. Conforme a data da viagem se aproxima, mais agonizante é o meu desespero. Desta vez até sonhei com meu falecido avô me recepcionando no céu.

Chega a data de partida. Aeroporto cheio de gente, e eu na fila para despachar as malas. Observo cada rosto presente no local. Aguardo a chamada para embarque como se estivesse esperando minha sentença no corredor da morte. Meu coração vai a mil, minha atenção se dispersa para vários pontos daquele monstruoso meio de locomoção. Como uma vez disse o poeta Vinícius de Morais: “O bicho é mais pesado que o ar e o motor, a explosão. Ainda por cima, inventado por um brasileiro? Não pode dar certo.”

Procuro por minha poltrona. Nela, tento permanecer confortável. O avião começa a taxiar pista afora e passo a guarda do meu filho imediatamente para o pai. Ligo o Ipod, companheiro de todas as horas, no volume máximo. Rezo…pra Deus, Oxalás, Buda, Allah, Cabala. Todas as divindades são acionadas por um único pedido: por favor, não caia!

Cronometro no relógio os 15 minutos críticos do início do vôo (pra quem não sabe, esse é o tempo que leva para o avião se estabilizar no ar). Já no décimo sexto minuto toda a aflição some, como em um  passe de mágica, e assim vai até os 15 minutos que precedem o pouso. Em terra firme, agradeço a todos os deuses por terem poupado o meu avião. Bora aproveitar a viagem!

No parque, desço toboáguas de 41 metros de altura, em uma queda livre de 105 km por hora. Medo? Zero! E assim passam-se os dias, na maior folia e adrenalina possível. Esqueço por um momento que uma hora terei que desafiar a gravidade novamente, ao voltar para o mundo real.

No fim da viagem, já no aeroporto, tenho 230 fotos para colocar no computador, um bronzeado bacana e muitas histórias para contar. Penso no vôo, e me sinto um pouco mais confiante do que antes. Curiosamente, visto uma camiseta que leva os dizeres: “Eu Sobrevivi” (referente a queda de 41 metros do Insano, o toboágua). Meu marido saca exatamente o que estou pensando e, ironicamente, diz: “- Desta queda vai ser mais difícil se safar, né?”

E começa tudo de novo.

Dá-lhe, Chester!

Que é mais divertido que o original, isso é!

#ociosidadePRIDE

PS: Dá pra ver, pelos comentários que o vídeo tem recebido no youtube, que a galera da agência parodiada não gostou muito da brincadeira…

Da lama ao caos

Eu estou numa fase engraçada da vida. Desempregada, no último semestre da faculdade, com apenas uma noite de aula por semana. Acho que muita gente, se estivesse na minha posição, aproveitaria esse tempo para colocar as coisas no lugar. Mas confesso que tá difícil me concentrar pra realizar algumas coisas com essa calmaria toda.

Estou acostumada a fazer mil coisas simultaneamente e meus dias sempre foram regidos por um ritmo frenético. Não havia sobra de tempo, e eu praguejava por isso. Hoje, olho no relógio e o tempo não passa.

Devia agradecer aos céus que finalmente tenho tempo para colocar a vida em ordem, arrumar os armários, se livrar das coisas que já não preciso mais, repensar meus objetivos, aproveitar a brecha e escrever minha monografia. Muitas coisas já fiz, outras simplesmente não vão pra frente.

Sinto falta de sair de casa. Ir para um outro lugar, sentar a bunda na cadeira, trabalhando até a noite chegar e, junto com ela, o desejo de voltar pra casa.

É como se todos estivessem embarcando em um trem e eu, diariamente, o vejo partir sem conseguir subir a bordo.  Sou uma caos addicted que, neste exato momento, está passando por uma rehab das brabas, se é que cabe aqui esta metáfora.

Tudo que espero é sobreviver, e dela sair uma pessoa melhor!

Quem já passou pelos delírios da maternidade sabe bem do que estou falando.

Você dá o peito, dá banho, troca a fralda, coloca funchicória na chupeta, dá quase 1 frasco de luftal e N.A.D.A.

Daí vem aquela pergunta, tão antiga quanto o maior questionamento de toda a história da humanidade:

“- Por que o bebê continua chorando??”

E lágrimas rolam face abaixo, do pai, da mãe e de quem mais tiver por perto!

Muitos pais, avós, tios e até vizinhos já se viram nessa situação. E a angústia não é apenas pelo berreiro do bebê, se esguelando por algum motivo que seja.

É pelo fato de não ter idéia do que o rebento precisa.

Eis que surge o gadget ideal para este tipo de situação: Why Cry Baby Analyzer

Como o próprio nome indica, o artefato promete verificar, através do timbre de choro emitido, o real motivo do unhé nhé nhé do pequenino. Em 20 segundos, você saberá se o pranto do bebê é um caso de irritação pelo ambiente, stress, fome, sono ou até tédio. Além disso, também mostra a temperatura e umidade do ambiente, em um display de LCD.

O preço da tranquilidade? Us$ 99,99, na Think Geek

Enquanto isso, na babylândia: