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Archive for the ‘Desabafos’ Category

Spammer,

Estou de saco cheio de suas mensagens mal redigidas. Seus subjects são horrorosos e seu português, sofrível.

Não dei autorização para você me pentelhar a cada três dias com ofertas imperdíveis de produtos milagrosos sem nenhuma referência médica ou comprovação científica.

Minha caixa de emails não é pinico virtual.

Seu objetivo é vender mais e ampliar o alcance da sua marca? Então contrate alguém com ética e competência para fazê-lo.

É um favor que você faz para todos nós mas, principalmente, para sua empresa.

Grata.

Julia Gil

Para uma resolução maior (e mais assustadora) basta clicar nas imagens a seguir:

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Uma lágrima escorreu. E outras, timidamente, foram atrás.

Um aperto na garganta quase me sufocou.

Não, eu não a conhecia.

Mas conheço bem a dor dessa perda, só que por um outro ponto de vista.

Meu pai morreu há exatos 22 anos atrás. Por decisão própria. Por não conseguir enxergar outro jeito, outra saída. Imagino os demônios que ele teve que enfrentar para tomar aquela atitude. Ele me buscou na escola e me deixou dormindo, na casa da minha avó. Uma carta veio depois, pedindo a ela que sempre olhasse por sua “coisinha bonitinha do pai”.

Havia muito amor naquela carta.

Ele partiu, aos 33 anos. Eu tinha 4 anos de idade.

Mesmo assim, nunca o amei menos por isso.

Quem somos nós, pra julgar a atitude de uma pessoa? Que autoridade temos para analisar sentimentos e decisões alheias, quando, muitas vezes, não prestamos atenção em nossos próprios atos?

Enquanto acontece um verdadeiro julgamento na internet sobre o assunto, pessoas próximas, amigos e familiares estão em algum lugar precisando de apoio. De conforto. De um ombro amigo.

Uso, hoje, este espaço para expressar o meu sentimento e apoio aos que estão sofrendo pela perda da Marisa. Minha voz está embargada e o coração apertado por cada um de vocês, que eu nem bem conheço.

Força!

Das trevas sempre vem a luz. E que com ela permaneça, em suas memórias, apenas os bons momentos.

Isso é tudo o que eu queria dizer e não caberia em 140 caracteres.

Julia Gil

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No meio publicitário, tudo acontece super rápido.

O turn over nas agências, a conquista e perda de clientes, e, algumas vezes, as promoções de cargo. Não é difícil encontrar por aí gente de 24, 25 anos assumindo responsabilidades de nível gerencial. São pessoas que têm um dom plus para executar aquele tipo de trabalho, e, portanto, destacar-se no que fazem é apenas consequência da combinação de personal skills + força de vontade.

Porém, o que vou falar aqui, é  um assunto tão importante quanto a capacidade de entregar  um job ou projeto com qualidade, rapidez e conteúdo relevante.

A habilidade de liderar equipes e gerir pessoas nem sempre é item de fábrica nos profissionais. E, o mais complicado dessa história, é que algumas pessoas esquecem de analisar esse tópico na hora de nomear um indivíduo para gerenciar/supervisionar um núcleo de profissionais. O resultado dessa miopia corporativa é , quase sempre, o individual tentando sobressair -se ao coletivo. Esse gap, na maioria das vezes, causa desmotivação nos funcionários que, por sua vez, acabam procurando oportunidades em outros lugares.

Falta treinamento para que jovens gestores e executivos aprimorem a capacidade de orientar, ouvir e desenvolver seus funcionários. Enquanto isso não for feito, teremos uma dúzia de crianças grandes e mimadas, batendo o pé no chão exigindo lé com cré, ao invés de sentarem em uma mesa e resolverem a situação democraticamente, em equipe. Carteirada resolve apenas em primeira instância, meus caros.

Por isso, tenho dito: feedback é o canal! Mais maturidade e menos bullying profissional!

#prontofalei

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Estou passando por um processo de reciclagem.

Joguei fora as mágoas antigas, revi meus princípios e objetivos de vida. Valorizei o que realmente era merecido e me coloquei no devido lugar.Além disso, arrumei os armários de casa (dizem que bagunça dá atraso de vida), arranjei em um novo emprego e comecei uma desintoxicação alimentar!

Após atingir o ápice do sobrepeso, decidi, com o incentivo e apoio de uma querida  ex tia/sempre amiga Mafê Bastos, dar o pontapé inicial nessa empreitada alimentar. Juntas, geramos o #prontoperdi: um espaço para dividir vitórias, angústias, dicas, neuras e tudo mais que vier na telha de quem está passando por um processo de perda de peso.

Não é fácil. O estômago e o cérebro estão intimamente ligados, fazendo o processo se tornar ainda mais enlouquecedor. Como pode um chocolate ter o poder de apaziguar feras e transformar mal humor em felicidade? Entre essas e outras barreiras, traçamos nossos objetivos e estamos prontas para alcançá-lo!

Apareçam por lá!

#prontoincentivei

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Em maio deste ano fiz uma viagem bacana, que há tempos desejava fazer. Peguei meu filho, meu marido e fomos passar 4 dias no Beach Park, em Fortaleza. Qualquer pessoa que conheço ficaria ansiosa para o dia da viagem chegar o mais rápido possível. Porém, como meu modo “pessoa normal” veio com defeito, eu rezo para que os dias passem o mais lentamente possível.

A razão disso tudo? O maldito avião. Conforme a data da viagem se aproxima, mais agonizante é o meu desespero. Desta vez até sonhei com meu falecido avô me recepcionando no céu.

Chega a data de partida. Aeroporto cheio de gente, e eu na fila para despachar as malas. Observo cada rosto presente no local. Aguardo a chamada para embarque como se estivesse esperando minha sentença no corredor da morte. Meu coração vai a mil, minha atenção se dispersa para vários pontos daquele monstruoso meio de locomoção. Como uma vez disse o poeta Vinícius de Morais: “O bicho é mais pesado que o ar e o motor, a explosão. Ainda por cima, inventado por um brasileiro? Não pode dar certo.”

Procuro por minha poltrona. Nela, tento permanecer confortável. O avião começa a taxiar pista afora e passo a guarda do meu filho imediatamente para o pai. Ligo o Ipod, companheiro de todas as horas, no volume máximo. Rezo…pra Deus, Oxalás, Buda, Allah, Cabala. Todas as divindades são acionadas por um único pedido: por favor, não caia!

Cronometro no relógio os 15 minutos críticos do início do vôo (pra quem não sabe, esse é o tempo que leva para o avião se estabilizar no ar). Já no décimo sexto minuto toda a aflição some, como em um  passe de mágica, e assim vai até os 15 minutos que precedem o pouso. Em terra firme, agradeço a todos os deuses por terem poupado o meu avião. Bora aproveitar a viagem!

No parque, desço toboáguas de 41 metros de altura, em uma queda livre de 105 km por hora. Medo? Zero! E assim passam-se os dias, na maior folia e adrenalina possível. Esqueço por um momento que uma hora terei que desafiar a gravidade novamente, ao voltar para o mundo real.

No fim da viagem, já no aeroporto, tenho 230 fotos para colocar no computador, um bronzeado bacana e muitas histórias para contar. Penso no vôo, e me sinto um pouco mais confiante do que antes. Curiosamente, visto uma camiseta que leva os dizeres: “Eu Sobrevivi” (referente a queda de 41 metros do Insano, o toboágua). Meu marido saca exatamente o que estou pensando e, ironicamente, diz: “- Desta queda vai ser mais difícil se safar, né?”

E começa tudo de novo.

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Da lama ao caos

Eu estou numa fase engraçada da vida. Desempregada, no último semestre da faculdade, com apenas uma noite de aula por semana. Acho que muita gente, se estivesse na minha posição, aproveitaria esse tempo para colocar as coisas no lugar. Mas confesso que tá difícil me concentrar pra realizar algumas coisas com essa calmaria toda.

Estou acostumada a fazer mil coisas simultaneamente e meus dias sempre foram regidos por um ritmo frenético. Não havia sobra de tempo, e eu praguejava por isso. Hoje, olho no relógio e o tempo não passa.

Devia agradecer aos céus que finalmente tenho tempo para colocar a vida em ordem, arrumar os armários, se livrar das coisas que já não preciso mais, repensar meus objetivos, aproveitar a brecha e escrever minha monografia. Muitas coisas já fiz, outras simplesmente não vão pra frente.

Sinto falta de sair de casa. Ir para um outro lugar, sentar a bunda na cadeira, trabalhando até a noite chegar e, junto com ela, o desejo de voltar pra casa.

É como se todos estivessem embarcando em um trem e eu, diariamente, o vejo partir sem conseguir subir a bordo.  Sou uma caos addicted que, neste exato momento, está passando por uma rehab das brabas, se é que cabe aqui esta metáfora.

Tudo que espero é sobreviver, e dela sair uma pessoa melhor!

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EFW-SO31Com tanta gente dissertando sobre protestos e manifestações online resolvi cravar, aqui, a minha opinião sobre o assunto. Parte do texto abaixo foi extraído de um comentário que postei em um blog que discutia o assunto, o Desacomodado.

A revolução de sofá é precária sim, porém, não deve ser desmerecida. Ela é mais um “veio” para se fazer valer uma opinião pública.

É claro que, fazê-la transcender para o mundo real é mais difícil, mas não impossível. Sei que o exemplo que vou dar aqui não tem a mesma relevância de uma briga política que dura mais tempo do que eu tenho de vida: alguém ouviu falar sobre o #casocachorro?

Vou resumi-lo aqui: na quarta feira, algumas pessoas do twitter receberam um link com o vídeo infame, que mostrava um cachorro sendo brutalmente assassinado por três garotos, em alguma praia do Brasil. Não demorou muito para que começassem os xingamentos no youtube e, com isso, o conteúdo viralizou geral na net. O mais bacana é que essa indignação gerou protestos efetivos.

Muita gente, ao invés de apenas digitar “espero que morram como os cachorros” ou “olha só que sacanagem”, procuraram órgãos competentes e fizeram suas denúncias, utilizaram seu networking para que o assunto viesse a tona e fosse divulgado por algum veiculo mainstream, ganhando, assim, peso para ser “levado a sério”.

O resumo da ópera foi que, com a ajuda de todo esse barulho, o caso foi exposto e, os assassinos, localizados e indiciados, como podem ver nesse link.

A web foi apenas um gatilho, para um desfecho com êxito.

Somos todos agentes de mudança. É preciso, apenas, de coesão e força para fazer a coisa ir pra frente!

Vamor acreditar no poder que temos em viralizar conteúdos e gritar por coisas melhores, mas também não esqueçamos que, na maioria das vezes, é necessário sim levantar a bunda do sofá para concretizar algumas iniciativas!

Vambora, Brasil!

Outras repercussões sobre o assunto, que vale a pena serem lidas (atualizadas constantemente):

Coluna do Maurício Stycer

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