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Archive for agosto \31\UTC 2009

Spammer,

Estou de saco cheio de suas mensagens mal redigidas. Seus subjects são horrorosos e seu português, sofrível.

Não dei autorização para você me pentelhar a cada três dias com ofertas imperdíveis de produtos milagrosos sem nenhuma referência médica ou comprovação científica.

Minha caixa de emails não é pinico virtual.

Seu objetivo é vender mais e ampliar o alcance da sua marca? Então contrate alguém com ética e competência para fazê-lo.

É um favor que você faz para todos nós mas, principalmente, para sua empresa.

Grata.

Julia Gil

Para uma resolução maior (e mais assustadora) basta clicar nas imagens a seguir:

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Uma lágrima escorreu. E outras, timidamente, foram atrás.

Um aperto na garganta quase me sufocou.

Não, eu não a conhecia.

Mas conheço bem a dor dessa perda, só que por um outro ponto de vista.

Meu pai morreu há exatos 22 anos atrás. Por decisão própria. Por não conseguir enxergar outro jeito, outra saída. Imagino os demônios que ele teve que enfrentar para tomar aquela atitude. Ele me buscou na escola e me deixou dormindo, na casa da minha avó. Uma carta veio depois, pedindo a ela que sempre olhasse por sua “coisinha bonitinha do pai”.

Havia muito amor naquela carta.

Ele partiu, aos 33 anos. Eu tinha 4 anos de idade.

Mesmo assim, nunca o amei menos por isso.

Quem somos nós, pra julgar a atitude de uma pessoa? Que autoridade temos para analisar sentimentos e decisões alheias, quando, muitas vezes, não prestamos atenção em nossos próprios atos?

Enquanto acontece um verdadeiro julgamento na internet sobre o assunto, pessoas próximas, amigos e familiares estão em algum lugar precisando de apoio. De conforto. De um ombro amigo.

Uso, hoje, este espaço para expressar o meu sentimento e apoio aos que estão sofrendo pela perda da Marisa. Minha voz está embargada e o coração apertado por cada um de vocês, que eu nem bem conheço.

Força!

Das trevas sempre vem a luz. E que com ela permaneça, em suas memórias, apenas os bons momentos.

Isso é tudo o que eu queria dizer e não caberia em 140 caracteres.

Julia Gil

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No meio publicitário, tudo acontece super rápido.

O turn over nas agências, a conquista e perda de clientes, e, algumas vezes, as promoções de cargo. Não é difícil encontrar por aí gente de 24, 25 anos assumindo responsabilidades de nível gerencial. São pessoas que têm um dom plus para executar aquele tipo de trabalho, e, portanto, destacar-se no que fazem é apenas consequência da combinação de personal skills + força de vontade.

Porém, o que vou falar aqui, é  um assunto tão importante quanto a capacidade de entregar  um job ou projeto com qualidade, rapidez e conteúdo relevante.

A habilidade de liderar equipes e gerir pessoas nem sempre é item de fábrica nos profissionais. E, o mais complicado dessa história, é que algumas pessoas esquecem de analisar esse tópico na hora de nomear um indivíduo para gerenciar/supervisionar um núcleo de profissionais. O resultado dessa miopia corporativa é , quase sempre, o individual tentando sobressair -se ao coletivo. Esse gap, na maioria das vezes, causa desmotivação nos funcionários que, por sua vez, acabam procurando oportunidades em outros lugares.

Falta treinamento para que jovens gestores e executivos aprimorem a capacidade de orientar, ouvir e desenvolver seus funcionários. Enquanto isso não for feito, teremos uma dúzia de crianças grandes e mimadas, batendo o pé no chão exigindo lé com cré, ao invés de sentarem em uma mesa e resolverem a situação democraticamente, em equipe. Carteirada resolve apenas em primeira instância, meus caros.

Por isso, tenho dito: feedback é o canal! Mais maturidade e menos bullying profissional!

#prontofalei

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Somos eternas crianças, os brinquedos é que mudam com o tempo.

Esta frase cai como uma luva para muitos. Mas, neste caso, o brinquedo continua o mesmo. Há quase um ano foram lançados os Gogo’s Crazy Bones, criaturinhas coloridas e divertidas, com mais ou menos 5 cm cada. Com design inspirado na Toy Art e nos Mangás, não demorou muito para que os pequenos bichinhos caíssem no gosto das crianças e, é claro, dos adultos também! Hoje, alguns personagens chegam a ser procurados incessantemente, como ítens de colecionador!

A mania começou nos anos 90, quando a rede de fast food Mc Donald’s distribuiu os Gogo’s como brinde em todo território americano. Logo depois as criaturinhas aterrisaram na Europa, chegando ao Brasil só em 97. Desde seu lançamento foram vendidas, só em território europeu, mais de 30 milhões de unidades.

Tanto para a criançada, quanto para os colecionadores, só resta esperar para ver o que virá no próximo lançamento!

Curiosidade: os Gogo’s foram inspirados em um jogo, criado na Grécia Antiga há mais de 2000 anos, conhecido como Astragals ou Taba.

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Estou passando por um processo de reciclagem.

Joguei fora as mágoas antigas, revi meus princípios e objetivos de vida. Valorizei o que realmente era merecido e me coloquei no devido lugar.Além disso, arrumei os armários de casa (dizem que bagunça dá atraso de vida), arranjei em um novo emprego e comecei uma desintoxicação alimentar!

Após atingir o ápice do sobrepeso, decidi, com o incentivo e apoio de uma querida  ex tia/sempre amiga Mafê Bastos, dar o pontapé inicial nessa empreitada alimentar. Juntas, geramos o #prontoperdi: um espaço para dividir vitórias, angústias, dicas, neuras e tudo mais que vier na telha de quem está passando por um processo de perda de peso.

Não é fácil. O estômago e o cérebro estão intimamente ligados, fazendo o processo se tornar ainda mais enlouquecedor. Como pode um chocolate ter o poder de apaziguar feras e transformar mal humor em felicidade? Entre essas e outras barreiras, traçamos nossos objetivos e estamos prontas para alcançá-lo!

Apareçam por lá!

#prontoincentivei

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Não é gostoso quando você ganha alguma coisa do nada?

Lembro-me de um período no qual uma famosa rede de restaurantes fazia ações promocionais com as sobremesas do cardápio. Funcionava assim: você pedia, por exemplo, um frozen yogurt. Se, no meio dele, você encontrasse uma asinha (símbolo da rede) levava na hora diversos brindes, de camisetas até um jantar grátis.

Lá em 2004, durante um almoço com amigas, decidi pedir uma sobremesa. Dentro dela, para minha sorte, veio uma asinha premiada (que quase comi, pois era uma espécie de bolacha). Entreguei ao garçom a bolacha meio molenga e babada e em troca recebi um cartão de papel, que dava direito a um jantar de graça para mim e um acompanhante (era o que estava escrito em letras grandes, bem no meio do cartão).

Não demorei 4 dias para retornar ao estabelecimento e curtir meu prêmio. Tivemos que ir durante a semana, pois o garçom havia me alertado que a promoção era válida apenas de segunda à quinta-feira. Cheguei ao local, acompanhada do meu marido (namorado, na época), apresentei o cartão ao garçom, que foi logo me alertando:

Esse cartão é válido somente para o prato e sobremesa. Não estão inclusos bebidas, couvert e os 10%

Fiquei fula da vida. Perguntei então o porquê de estar escrito: “vale 1 jantar” no cartão e não “vale 1 prato e sobremesa”. Ele virou o cartão e me mostrou, em letras minúsculas, o que havia acabado de dizer.

Naquele dia fui devidamente apresentada as famosas ressalvas da promoção.

Nestas férias de julho fui com meu marido e amigos na inauguração do The Fifties do Shopping Pátio Paulista. Estavam anunciando que os 1000 primeiros clientes do dia ganhariam de brinde um retorno de graça ao restaurante. O infame jantar de 2004 me veio a cabeça e pensei: “isso é mais do mesmo.”

Na saída do restaurante recebemos uma caixinha azul. Dentro dela vinha um chaveirinho e um cartão com uma mensagem bacana, como vocês verão abaixo:

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Emocionada, mas desconfiada de tanta esmola dada pelo santo, procurei por asteriscos no cartão, com a famosa “ressalva da promoção” (válido de tal dia a tal dia, apenas no horário x, prato y, blábláblá) assegurando então de que se tratava de outra promoembromation:

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Como podem ver, nada de ressalva, nem de asterisco.

Neste fim de semana voltei ao estabelecimento com a família, meio incrédula, para usar o cartão. Mostrei o giftcard e perguntei o que estava incluso (talvez valesse um trio hambúrguer, batata e coca). Ele deu um sorriso e respondeu:

Tudo, senhora. Hoje é por nossa conta!

Tudo. Tudo MESMO: milkshake, batatas fritas, saladas, onion rings, sanduíches e sobremesas à vontade!! Saímos de lá praticamente rolando, sem gastar um real e muito satisfeitos, tanto com a comida quanto com o atendimento que nos foi prestado.

Obrigada, The Fifties. Não pela quantidade de comida saborosa que ingeri, mas por terem cumprido a risca o que prometeram. Foram transparentes. Criaram uma expectativa e tangibilizaram na entrega.

Se a intenção era fidelizar, conseguiram. Valeu cada quilo engordado!

PS: Sem contar no capricho das lembrancinhas entregues no dia da inauguração. Vejam detalhes:

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Da série promoções que não te enganam:

Promoprêmio – LG Top Mount

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Em maio deste ano fiz uma viagem bacana, que há tempos desejava fazer. Peguei meu filho, meu marido e fomos passar 4 dias no Beach Park, em Fortaleza. Qualquer pessoa que conheço ficaria ansiosa para o dia da viagem chegar o mais rápido possível. Porém, como meu modo “pessoa normal” veio com defeito, eu rezo para que os dias passem o mais lentamente possível.

A razão disso tudo? O maldito avião. Conforme a data da viagem se aproxima, mais agonizante é o meu desespero. Desta vez até sonhei com meu falecido avô me recepcionando no céu.

Chega a data de partida. Aeroporto cheio de gente, e eu na fila para despachar as malas. Observo cada rosto presente no local. Aguardo a chamada para embarque como se estivesse esperando minha sentença no corredor da morte. Meu coração vai a mil, minha atenção se dispersa para vários pontos daquele monstruoso meio de locomoção. Como uma vez disse o poeta Vinícius de Morais: “O bicho é mais pesado que o ar e o motor, a explosão. Ainda por cima, inventado por um brasileiro? Não pode dar certo.”

Procuro por minha poltrona. Nela, tento permanecer confortável. O avião começa a taxiar pista afora e passo a guarda do meu filho imediatamente para o pai. Ligo o Ipod, companheiro de todas as horas, no volume máximo. Rezo…pra Deus, Oxalás, Buda, Allah, Cabala. Todas as divindades são acionadas por um único pedido: por favor, não caia!

Cronometro no relógio os 15 minutos críticos do início do vôo (pra quem não sabe, esse é o tempo que leva para o avião se estabilizar no ar). Já no décimo sexto minuto toda a aflição some, como em um  passe de mágica, e assim vai até os 15 minutos que precedem o pouso. Em terra firme, agradeço a todos os deuses por terem poupado o meu avião. Bora aproveitar a viagem!

No parque, desço toboáguas de 41 metros de altura, em uma queda livre de 105 km por hora. Medo? Zero! E assim passam-se os dias, na maior folia e adrenalina possível. Esqueço por um momento que uma hora terei que desafiar a gravidade novamente, ao voltar para o mundo real.

No fim da viagem, já no aeroporto, tenho 230 fotos para colocar no computador, um bronzeado bacana e muitas histórias para contar. Penso no vôo, e me sinto um pouco mais confiante do que antes. Curiosamente, visto uma camiseta que leva os dizeres: “Eu Sobrevivi” (referente a queda de 41 metros do Insano, o toboágua). Meu marido saca exatamente o que estou pensando e, ironicamente, diz: “- Desta queda vai ser mais difícil se safar, né?”

E começa tudo de novo.

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