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MUDAMOS!

BlahFellings agora está aqui

blah

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B’Day

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Hoje eu sinto que cresci bastante

Hoje eu sinto que estou muito grande

Sinto mesmo que sou um gigante

Do tamanho de um elefante

É que hoje é meu aniversário

E quando chega meu aniversário

Eu me sinto bem maior

Bem maior

Bem maior

Bem maior do que eu era antes.

(Paulo Tatit – Zé Tatit)

Acordar, no dia do seu aniversário, com seu filho cantando a música acima pra você: não tem preço.

E que venham, no mínimo, mais 27 anos tão felizes quanto os que vivi até agora!

La Belle De Jour

convite_mulherO convite marcava o início do evento as 17 horas.

Saí correndo da Agência Riot e fui direto para o salão RW Persil. O local foi escolhido a dedo para ser o pano de fundo do lançamento do Capricha no Make, site exclusivo da revista Capricho, com dicas bacaníssimas pra você bolar um make up matador em qualquer ocasião.

Cheguei na recepção do evento e fui recebida por gente linda, simpática, no maior astral!

Conheci a longelínea @kittykills e coloquei o papo em dia com muitas amigas lá presentes.

O salão, com uma decoração super clean, recebeu um toque especial com as cores e a cara da revista. Entre balões metalizados, limonada rosa, champagne e (divinos) cupcakes, algumas convidadas circulavam pelo ambiente, enquanto outras conferiam o site nos monitores disponíveis no local.

Capricha no Make

Party People

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ReferênciasDois incríveis maquiadores foram incumbidos de realizar o extreme makeover das presentes no evento. Como inspiração para os looks, fotos enormes espalhadas por todo o balcão do salão, com celebridades que iam de Dita Von Teese até Rihanna, passando por ícones da beleza como Angelina Jolie, Drew Barrymore e Kirsten Dunst.

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Enquanto a maquiagem era feita, o profissional explicava o passo a passo de cada item, trazendo um pouco da iniciativa proposta pelo site, que é conseguir compor sozinha uma maquiagem bacana, sem nenhum segredo. A minha referência de make foi baseada no estilo da Mary Kate Olsen, a parte hippie chic das gêmeas Olsen. O look, composto por rímel, lápis, corretivo, blush e gloss ficou escandalosamente fantástico.

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Entre copos de champagne e deliciosos apetizers servidos em um jardim aconchegante, o solzinho gostoso do fim de tarde lentamente se retirou, dando lugar à uma noite quente, de lua maravilhosa. O evento chegava ao fim.

Na saída, um mimo especial: sombra e rímel para incrementar a necessaire.

No melhor estilo Cinderela, me despedi das garotas e fui logo pra rua aproveitar minha “realeza”, antes que esta se transformasse em abóbora!

Um brinde ao sucesso da equipe Capricho!

Um brinde, à toda equipe da Capricho, pelo site must have de todas as estações!

Para as curiosas de plantão: gravamos um pequeno streaming do evento, mostrando um antes e depois ao vivo. O áudio ficou um pouco “cacofônico”, reflexo do entusiasmo feminino que reinava por ali! Clique aqui para assistir

Também subi no meu flickr algumas fotos que tirei por lá, inclusive, com resultado da minha transformação loooooosho.

Pra próxima baladinha já sabe né? Capricha no Make, garota!

Democracioa Corinthiana

Muitos dizem que são corinthians desde pequeninos.

Invejo, mas admito: comigo não foi assim.

Cresci na casa dos meus avós. Uma família grande, com muitas influências. A escolha que delinearia minha opção futebolística era apenas uma questão de tempo (e afeto). Meu padrinho, são paulino fanático, conseguiu me cativar além da conta e, o resultado disso, vocês já podem imaginar qual foi.

Me considerava são paulina, para a tristeza do meu avô, corithiano de corpo, alma e coração. Mas, no meu ponto de vista, era apenas mais uma lacuna preenchida. Não ligava muito para futebol. Aos 11 anos fui assistir o meu primeiro jogo, no morumbi.

Não lembro contra quem era, mas sei que o São Paulo ganhou a partida. Sei disso pois sentia um desânimo ridículo ao ver o comportamento da torcida durante os 90 minutos de jogo. Embaixo de uma chuva absurda, repetia para o meu padrinho:

Cadê a torcida pulando? E os tambores, os batuques, fumaça? Tá todo mundo parado!!!

Poxa, o time estava ganhando e apenas um amontoado de pessoas isoladas em um canto do estádio entoavam um grito.

A arquibancada se esvaziou por conta da chuva. E eu ali, odiando tudo aquilo. Não era como eu imaginava!

GaviõesAgora, o ano era 97 e eu tinha 15 anos. O pai de um amigo conseguiu ingressos para o jogo do Corinthians x Vasco, no Pacaembú. Sempre achei a Fiel a torcida mais bacana, animada e cativante de todas. Fui para conferi-la ao vivo, mais do que o próprio jogo.

Era uma noite fria de Julho e a lua estava maravilhosa naquele dia. Conferi o vestuário (não usar nada verde, nada decotado, nada curto) peguei minha mochila e fui eu pro estádio. Faltavam uns 30 minutos pro jogo começar e já ouvia a torcida, em pleno vapor, do lado de fora. Passei pela catraca e entrei na arquibancada.

Me arrepiei da cabeça aos pés. Naquele momento senti que, de alguma forma, aquilo fazia parte de mim.

Gritei com a torcida, abracei gente que mal conhecia. Xinguei, pulei, vibrei. A adrenalina era tamanha que mal sentia meu corpo. Com a alma lavada, voltei pra casa. Suada, dei um beijo no meu avô e disse: “nasceu uma corinthiana naquele estádio, seu Gil.”

Depois disso vieram outros jogos. Com eles, os choros, de alegria, de tristeza. As velas pra São Jorge, as estátuas de São Jorge. As bandeiras, de 4 x 4 metros, entuchadas no carro. As comemorações na Avenida Paulista, na Avenida Braz Leme.

Muita gente fala que é exagero. Outros dizem que é baixaria, coisa de maloqueiro.

Mas só quem é sabe, sente, transborda, transpira…a alegria e emoção de ser corinthiano.

Abaixo, dois vídeos de um dos campeonatos mais emocionantes que assisti, com uma final de tirar o fôlego e voz de qualquer torcedor:

Parabéns timão pelos 99 anos de história.


PS: sim, eu chorei ao escrever isto tudo.

Prontocansei

Spammer,

Estou de saco cheio de suas mensagens mal redigidas. Seus subjects são horrorosos e seu português, sofrível.

Não dei autorização para você me pentelhar a cada três dias com ofertas imperdíveis de produtos milagrosos sem nenhuma referência médica ou comprovação científica.

Minha caixa de emails não é pinico virtual.

Seu objetivo é vender mais e ampliar o alcance da sua marca? Então contrate alguém com ética e competência para fazê-lo.

É um favor que você faz para todos nós mas, principalmente, para sua empresa.

Grata.

Julia Gil

Para uma resolução maior (e mais assustadora) basta clicar nas imagens a seguir:

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Uma lágrima escorreu. E outras, timidamente, foram atrás.

Um aperto na garganta quase me sufocou.

Não, eu não a conhecia.

Mas conheço bem a dor dessa perda, só que por um outro ponto de vista.

Meu pai morreu há exatos 22 anos atrás. Por decisão própria. Por não conseguir enxergar outro jeito, outra saída. Imagino os demônios que ele teve que enfrentar para tomar aquela atitude. Ele me buscou na escola e me deixou dormindo, na casa da minha avó. Uma carta veio depois, pedindo a ela que sempre olhasse por sua “coisinha bonitinha do pai”.

Havia muito amor naquela carta.

Ele partiu, aos 33 anos. Eu tinha 4 anos de idade.

Mesmo assim, nunca o amei menos por isso.

Quem somos nós, pra julgar a atitude de uma pessoa? Que autoridade temos para analisar sentimentos e decisões alheias, quando, muitas vezes, não prestamos atenção em nossos próprios atos?

Enquanto acontece um verdadeiro julgamento na internet sobre o assunto, pessoas próximas, amigos e familiares estão em algum lugar precisando de apoio. De conforto. De um ombro amigo.

Uso, hoje, este espaço para expressar o meu sentimento e apoio aos que estão sofrendo pela perda da Marisa. Minha voz está embargada e o coração apertado por cada um de vocês, que eu nem bem conheço.

Força!

Das trevas sempre vem a luz. E que com ela permaneça, em suas memórias, apenas os bons momentos.

Isso é tudo o que eu queria dizer e não caberia em 140 caracteres.

Julia Gil

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No meio publicitário, tudo acontece super rápido.

O turn over nas agências, a conquista e perda de clientes, e, algumas vezes, as promoções de cargo. Não é difícil encontrar por aí gente de 24, 25 anos assumindo responsabilidades de nível gerencial. São pessoas que têm um dom plus para executar aquele tipo de trabalho, e, portanto, destacar-se no que fazem é apenas consequência da combinação de personal skills + força de vontade.

Porém, o que vou falar aqui, é  um assunto tão importante quanto a capacidade de entregar  um job ou projeto com qualidade, rapidez e conteúdo relevante.

A habilidade de liderar equipes e gerir pessoas nem sempre é item de fábrica nos profissionais. E, o mais complicado dessa história, é que algumas pessoas esquecem de analisar esse tópico na hora de nomear um indivíduo para gerenciar/supervisionar um núcleo de profissionais. O resultado dessa miopia corporativa é , quase sempre, o individual tentando sobressair -se ao coletivo. Esse gap, na maioria das vezes, causa desmotivação nos funcionários que, por sua vez, acabam procurando oportunidades em outros lugares.

Falta treinamento para que jovens gestores e executivos aprimorem a capacidade de orientar, ouvir e desenvolver seus funcionários. Enquanto isso não for feito, teremos uma dúzia de crianças grandes e mimadas, batendo o pé no chão exigindo lé com cré, ao invés de sentarem em uma mesa e resolverem a situação democraticamente, em equipe. Carteirada resolve apenas em primeira instância, meus caros.

Por isso, tenho dito: feedback é o canal! Mais maturidade e menos bullying profissional!

#prontofalei